Publicado neste jornal em 27112021 as 0950hs (6).png
WhatsApp Image 2020-11-16 at 16.39.47.jpeg
ATIBAIA Notícias
WhatsApp Image 2021-12-06 at 14.47.56.jpg
WhatsApp (1)JORNALESTANCIA.png

Ana Paula Beathalter falou sobre a suspensão das obras do Hospital


Ana Paula Beathalter falou sobre a suspensão das obras do Hospital
Vereadora Ana Paula Beathalter

JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA


Ela afirmou que “a ação não foi por motivação política mas para evitar uma conta alta a ser paga pelo contribuinte”

A vereadora Ana Paula Beathalter comentou durante a Explicação Pessoal, na sessão de 22 de fevereiro, que não aguenta “mais ouvir do governo municipal e dos vereadores da base que a continuidade da construção do Hospital Municipal foi impedida pela oposição”.


“A obra foi estimada em mais de R$ 32 milhões. Ao longo da vigência do contrato, poderão ser 400 mil reais por mês, o que levaria em 30 anos a mais de 160 milhões, tendo como índice o IPCA. Sobre a ação popular, lembro que é constitucional, posta à disposição de qualquer cidadão, e visa impedir ato lesivo aos cofres públicos, ao meio ambiente e ao patrimônio”, argumentou a vereadora.


EVITAR CONTA ALTA


“Onde está o planejamento? Queremos o cumprimento da moralidade administrativa, o uso adequado do dinheiro público, a lisura e a transparência nos processos. A Prefeitura vive de impostos que saem do bolso do contribuinte. Precisamos investir com responsabilidade. A ação não foi por motivação política mas para evitar uma conta alta a ser paga pelo contribuinte”, apontou Ana Paula Beathalter.


“Precisamos melhorar o que já tem para depois dar um passo maior, melhorando os equipamentos de saúde já existentes na Santa Casa e na UPA e trazendo mais médicos para o sistema.


Em São José dos Campos, em 2020, a Prefeitura conseguiu construir em tempo recorde um hospital com 50 leitos iniciais, obra estimada em 12 milhões de reais, sendo 2/3 custeados pela iniciativa privada através de edital. Em menos de 40 dias, o hospital ficou pronto para funcionar”, concluiu a vereadora ao Jornal Estância.



Vereadora Ana Paula Beathalter criticou na sessão a rejeição de seu requerimento sobre o orçamento municipal de 2021
Vereadora Ana Paula Beathalter

Vereadora Ana Paula Beathalter criticou na sessão a rejeição de seu requerimento sobre o orçamento municipal de 2021


Ela também abordou a ação do Ministério Público na sede da Guarda Civil e seu requerimento sobre o abono Fundeb


A vereadora Ana Paula Beathalter comentou durante o Tema Livre, na sessão de 22 de fevereiro, seu requerimento sobre a ação do Ministério Público na sede da Guarda Civil Municipal, com denúncia de irregularidades que continuam em apuração. Ela também reclamou que os demais vereadores rejeitaram seu requerimento solicitando informações à Prefeitura sobre o orçamento municipal de 2021.


“No caso da GCM, quero saber as providências administrativas que o poder público tomará diante da denúncia”, enfatizou a vereadora. “É um total absurdo o que foi registrado e publicado na mídia”.


“E o que dizer quanto a negar a um parlamentar um requerimento sobre o orçamento que pede informações essenciais da cidade? Afinal, estamos falando do dinheiro público. O objetivo do vereador é também fiscalizar - é preciso sempre repetir! Registro minha total indignação e gostaria que os apoiadores deste tipo de política coloquem a mão na consciência. É isso que queremos para nosso futuro, para nossa Atibaia?”, questionou a vereadora.


Ana Paula Beathalter também apresentou requerimento sobre o abono aos profissionais da educação básica da rede municipal de ensino (abono Fundeb), referente ao exercício de 2021: previsão de pagamento neste exercício; e se existe a intenção de conceder aumento real, abono ou gratificação aos servidores públicos municipais.


Por último, Ana Paula Beathalter falou de indicações sobre redutores de velocidade, necessários em bairros como o Jardim Imperial, para aumentar a segurança, principalmente dos pedestres e animais. Sobre esses pedidos, também se queixou da desatenção do Executivo, “que não realiza nem mesmo uma vistoria dos locais apontados”.