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Crônicas


JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA

com: Geraldo Enfeldt



C A T I V A S.


Presença marcante, olhos vivos, quando sorri tudo se ilumina, teus cabelos me lembram carinho, teu rosto me agrada, pois, estas sempre bem, tua fisionomia se expressa de forma agradável... menina mulher.

Percebemos seu bom gosto em se vestir.

Perfume gostoso de mulher bonita.

Pele morena que não perde a cor, e com o sol tua pele fica exuberante. Nosso estímulo de alegria e amor.

A coreografia de seus movimentos possui harmonia, tuas mãos transmitem encanto, são formosas.

Teu andar tem leveza, imagino ao dançar.

Tua presença enobrece o ambiente, tua presença nos faz sentir a felicidade em pessoa.

Cativas nosso dia, beleza e feminilidade.

Deves dançar como uma pluma, teus movimentos se aprimoram, os ritmos reverenciam.

Cantos de amor, tua presença é lembrada em momentos mais íntimos integras nossos pensamentos em alegrias de viver.

Pensamos amor.

As saudades podem estar presentes com tua ausência.


Obrigado por você existir e podermos sentir... você... menina mulher.


DOM BRUNO


Este senhor possui uma história incrível desde a juventude.

Seu espirito indomável desde jovem, muito perceptivo, forte fisicamente e mentalmente.

Desde muito novo tinha como objetivo ser policial.

Praticou por um bom tempo muai tai e jiu jitsu atingindo a faixa preta, nas duas modalidades.

Seu olhar penetrante desvendava as personalidades maléficas.

Percebia a malandragem, observando os olhos dos indivíduos.

Agia de forma rápida e eficiente sem dar oportunidades.

Hoje um homem experiente, porém mais atento.

Trabalhou e ainda trabalha em diversas delegacias na cidade de São Paulo, com essa autoridade estampada em sua forma de ser.

Veste-se sempre de negro e com chapéu moderno, também negro.

É gentil e atencioso com os amigos, retribui com gentilezas as atenções recebidas.

Com os marginais aprendidos tinha firmeza em todos os aspectos.

Da juventude até os tempos atuais, muitas histórias e feitos incríveis.

Em certa ocasião estava em sua classe, nos tempos de primário, quando um grupo de colegas começou o destratar.

Com calma se aproximou do mais exaltado, deu-lhe a maior paulada, detonou o joelho e o braço, quebrando os.

Desse dia em diante o respeito se fez sentir.

Hoje continua sendo um grande cidadão muito respeitado por suas ações.

Viúvo e pai de sete filhos, todos foram criados de forma internacional, pois quase todos estudaram e trabalharam no Japão durante dez anos.

Esta ilustre história verídica retrata senhor bruno ou o respeitado...

Dom Bruno.


APRENDENDO A NADAR


Longínqua terra de Rondônia lá estava nosso herói iniciando a vida como engenheiro agrônomo; disposição incrível para começar o trabalho e, com sorte, conquistar riqueza individual e familiar. Pretendia encarar o novo desafio em terras desconhecidas, de hábitos tão diferentes daqueles com os quais já estava acostumado em São Paulo.

Espadaúdo, sempre disposto ao combate pelo cotidiano, ambicionava uma vida alegre e rica. Seu forte carisma emoldurava nosso herói e a determinação saía pelos poros.

Era realmente um herói familiar, um verdadeiro ídolo.

Embalado pelo casamento recente e motivado pela ambição de conquista, vislumbrava a cada dia novos horizontes.

Novas terras estavam abertas ao nosso herói, que conquistou muitas amizades graças a seu espírito solidário e juvenil.

Passos apressados, às vezes barba por fazer, cabelos constantes em desalinho e esvoaçantes, os óculos demonstravam seus longos períodos de leitura, concentração em provas de faculdade. Conheceu Pingo, um rapaz serviçal que o ajudaria na lida diária de agrônomo. Seria seu braço direito, seu guia naquelas paragens desconhecidas ao iniciante.

Pingo era um mateiro de primeira e conhecia a região e os costumes como poucos. Vivia nas densas florestas e lagoas, nadava com perícia, pois, desde a infância, convivia com os perigos das matas. Trabalhava com prazer, tornaram-se mais um admirador de nosso herói.

Caboclo sacudido sempre saía com Pingo, tanto nos trabalhos diários quanto nas saídas a serviço.

O tempo passava e nosso herói tinha um problema que precisava ser resolvido, um verdadeiro drama: ele não

Sabia nadar. Esta era a única coisa que temia e se apavorava em aprender; precisava acabar com tal tormento.

Um dia se abriu com Pingo, para que expôs essa sua grande inquietação. Pingo, ao saber, sorriu com prazer, pois era fácil resolver, e sabia como o fazer.

- Você quer acabar com seu medo?

- Sim, eu quero – afirmou o caboclo

- Pois é muito fácil; você vai ficar com medo uma vez só, depois nunca mais vai sentir isso. Você confia em mim?

- Sim, respondeu caboclo.

No dia seguinte pela manhã, os dois saíram para resolver. Nosso herói estava confiante.

Após algumas horas de caminhada pela floresta alcançaram uma enorme clareira, bem escondida na mata densa. Ficou espantado com que estava vendo: uma linda e tranquila lagoa. Era a Lagoa Sem Fim. Nas margens, uma gigantesca árvore centenária, nativa da região, a Pentecostes, uma árvore de rara beleza.

Nosso herói e Pingo escalaram a árvore gigante, copa enorme. Um dos galhos principais se estendia pela lagoa toda, era uma espécie de patamar sobre as águas tranquilas e escuras.

Era o medo de uma só vez. Quando chegaram ao meio da lagoa, seguindo pelo galho principal, Pingo disse:

- Vamos pular. Fique sempre de olhos abertos e solte de forma lenta o ar que você possui. Ao chegar ao fundo, dê um impulso com os pés e me siga de volta.

Desta vez sozinho, sempre de olhos abertos. Vai ser um medo só. Depois nunca mais.

Fizeram tudo como Pingo havia combinado. Quando chegaram à tona, Pingo disse rapidamente:

- Veja, esqueci de dizer, atrás de você está um enorme jacaré.

Caboclo virou-se rapidamente e, assustado, nadou com uma rapidez incrível até as margens do grande lago. Estava todo arrepiado e ofegante. Percebeu que o jacaré tinha ficado para trás e, como milagre, já sabia nadar.

Os dois deram boas gargalhadas, pois o cablocão sacudido não tinha mais a frustração de não saber nadar. E daí nunca mais sentiu medo na vida.



ARTE ETERNA DE VINICIUS DE MORAES


Eu sei e você sabe já que a vida quis assim

Que nada nesse mundo levará você de mim

De tudo o meu amor serei atento

Pois tú és o meu sonhar

Tome cuidado, menina porque sou capaz

De o beijo lhe roubar

Quando tu passas por mim

Passam saudades de um tempo

Leva-me a um tempo sem fim

Que eu vou gte seguindo em pensamento...

Por isso, meu amor não tenha medo de sofrer

Se todos no mundo fossem iguais a você

Que maravilha viver

Pois todos os caminhos me encaminham prá você.

Ah! Eu não sei como vai ser

Que vou fazer

Eu sei que vou te amar

Eu sei que vou chorar