Dia da Independência tem cerimônia por todo Brasil.


JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA


Em Brasilia as celebrações não contarão com o tradicional desfile militar


Por Pedro Peduzzi


As celebrações pelo Dia da Independência não terão o tradicional desfile militar na Esplanada dos Ministérios. Em tempos de pandemia de covid-19, a data será comemorada com uma cerimônia de hasteamento da bandeira nacional no Palácio da Alvorada, partir das 9h, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. O início da cerimônia será com chegada de 18 paraquedistas, que pousarão no Palácio da Alvorada para entregar, ao presidente, a bandeira brasileira. Em seguida será executado o Hino Nacional, para o hasteamento da bandeira, seguido de uma salva de 21 tiros de canhão.

Ao final da cerimônia, a Esquadrilha da Fumaça fará uma apresentação nos céus da capital federal.


Na Av Paulista, em São Paulo, o 7 de Setembro contará com atos a favor de Jair Bolsonaro (sem partido) por todo o país, mas Brasília e São Paulo serão os palcos de maior relevância dessas manifestações.


Não se trata do primeiro evento pró-presidente na Avenida Paulista, mas será a estreia do mandatário no local para discursar e estar perto de seus apoiadores. De manhã, o político participará de ato na Esplanada dos Ministérios e, por volta das 15h, deve chegar a São Paulo.


A Paulista consiste no ponto mais tradicional de grandes manifestações na maior cidade do país. Da esquerda à direita, de professores a empresários, de taxistas a servidores públicos, do verde e amarelo ao vermelho, a via cartão-postal se mostra um ponto estratégico para Bolsonaro neste 7 de setembro.


É da Paulista que geralmente saem as imagens que estampam as capas de jornais e revistas que são lembradas como grandes marcos políticos. No histórico do local, aparecem as manifestações de junho de 2013, os protestos a favor e contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o acampamento e o pato gigante em frente à Fiesp e por aí vai.


As agendas desta terça (7/9) foram antecedidas por ameaças às instituições nas redes sociais e fora delas – o próprio presidente definiu a data de 7 setembro como um “ultimato” a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) – e vão contar com a presença de ativistas, influenciadores digitais, empresários e políticos bolsonaristas.