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Semente Baepí: Plantar Cultura, Colher Futuro


Semente Baepí
Semente Baepí

JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA


A programação gratuita de iniciação e integração entre marcenaria, cultivo agroflorestal e expressão poética no espaço Baepi Arte & Cultura, em Atibaia, prorroga o prazo de inscrições até 15 de julho


O projeto “Semente Baepí: Plantar Cultura, Colher Futuro” apresenta um programa pedagógico gratuito, com 10 vagas para jovens de Atibaia, que traz como alicerce as perguntas “O que é cultura? Quem são os agentes?” e visa promover a autonomia de pensamento e ação através de 3 diferentes campos de conhecimento: marcenaria, cultivo agroflorestal e expressão poética. Para o programa, serão selecionados participantes, entre 16 e 26 anos de idade, que podem inscrever-se gratuitamente através do site www.sementebaepi.com, até 15 de julho. Serão oferecidos aos aprendizes o transporte e a alimentação nos dias de curso, bem como todos os materiais necessários à realização das atividades.


Os mesmos 10 aprendizes participarão dos 3 cursos, de agosto a outubro de 2022, às segundas, quartas e quintas-feiras, das 13h30 às 17h30, no Sítio Magnolia, onde está sediada a Baepi Arte & Cultura (Estrada do Mackenzie, 1000). Estes 3 campos de aula e a mediação são uma formação una, e não apenas acontecimentos simultâneos correndo em paralelo – como construir um curso coeso e contínuo, dialogando as especificidades destes ofícios e o que tangenciam em comum:


· AS ESCRITAS DA CENA – introdução à expressão poética (segundas);

· CULTIVO E ALIMENTAÇÃO – introdução ao sistema agroflorestal (quartas);

· ARTESANIAS E HABITAÇÃO – introdução à marcenaria (quintas).


No final de 2020, nasceu o sonho de revitalizar um galpão abandonado há 20 anos na Baepi Arte & Cultura, localizada no Sítio Magnolia, em Atibaia/SP. Com objetivo de transformar o galpão em um espaço de capacitação e formação para a juventude da região, trabalhou-se com muitos voluntários e participação coletiva até que, em 2021, o projeto “Semente Baepí: Plantar Cultura, Colher Futuro” foi aprovado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, através do Edital PROAC, para ser realizado em 2022.


A idealização da proposta é de Marina Merlino, também mediadora pedagógica do projeto, com orientação de Maria Thaís Lima Santos. Ainda, integram a equipe de formação Eduardo Joly (Artesanias e Habitação), Paulo Rodrigues (Cultivo e Alimentação) e Maíra do Nascimento e Débora Veneziani (As Escritas da Cena).


A Baepi Arte & Cultura já recebeu mais de 500 pessoas através de programações, além de sediar um plantio agroecológico que fornece alimentos orgânicos para mais de 120 famílias. O objetivo principal é, afinal, acolher, fomentar e difundir a cultura local, fortalecendo sua população e novas iniciativas.


O espaço criativo realiza ações culturais há mais de 13 anos em Atibaia e adjacências, sempre incentivando exercícios de responsabilidade e afeto das pessoas pela região, identificando-a como casa. E essa identidade é muito importante porque nela reside, também, a preservação da memória, do cuidado e da valorização das atividades além das grandes capitais.


Semente Baepí
Semente Baepí

Marina Merlino

IDEALIZADORA E MEDIADORA PEDAGÓGICA

Atriz, pesquisadora e produtora cultural. Formada em direção em Artes Cênicas pela ECA USP (2015) e em semestre internacional de Cinema pela ESTC em Lisboa, PT (2014). Atuou em mais de dez espetáculos teatrais dentro e fora do Estado, além de longa-metragens e séries no audiovisual brasileiro. Produziu três módulos do curso “Shakespeare: Sentidos, Sentimentos e Formas”, com Brian Stirner, diretor e professor da Royal Academy of Dramatic Arts (Londres). É diretora de projetos e formações da Baepí Arte e Cultura desde 2014, tendo concebido e produzido o PROJETO BAEPI, contemplado pela Lei Aldir Blanc via Prefeitura da Estância de Atibaia em 2020/2021


Maria Thaís Lima Santos

ORIENTADORA PEDAGÓGICA

Professora Senior da pós-graduação em artes cênicas, ECA, USP. Entre 2020 e 2021 desenvolve no CPT residência artística com o projeto Vagamundos – um laboratório cênico, como encenadora-pedagoga. Colaborou (1999 a 2006) como diretora-pedagoga com a Moscow Theatre Scholl of Dramatic Art, Moscou/Rússia, dirigida por Anatoli Vassiliev. Entre inúmeras atividades artístico-pedagógicas destacam-se: professora e orientadora do Curso de Gestão e Politicas Culturais (Itaú Cultural, 2018 a 2020), artista pesquisadora visitante no Centro Amazone (Palermo-Itália), 2019; professora visitante na Paris 8-Sorbonne (Paris-França), 2014 e na ARTA-Association de Recherche des Traditions de l'Acteur (Cartucherie, Paris, França), 2014 e 2016; Coordenadora do Núcleo Experimental de Teatro do Sesi de 2010 a 2012; Responsável (1990/92) pela concepção, implantação e coordenação do projeto Escola Livre de Teatro, do Departamento de Cultura da Prefeitura de Santo André. Fundadora da Cia Balagan.




Edição: Bruno Papini