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Vacinar é proteger! Atibaia participa do “Dia V de Vacinação”


JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA


Ação segue até o dia 29 e busca intensificar cobertura vacinal em crianças e adolescentes menores de 15 anos


Mais de 600 crianças participaram, no último sábado (16), do Dia V de Vacinação em Atibaia, ação que faz parte da Campanha Nacional de Multivacinação, com o objetivo de atualizar a caderneta de vacinas de crianças e adolescentes menores de 15 anos.


Quem não pôde comparecer nos Postos de Saúde ainda dá tempo de atualizar as vacinas, uma vez que a campanha segue até o dia 29 de outubro. Basta procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima e levar a caderneta de vacinação, comprovante de residência e documento pessoal.


Segundo a Secretaria de Saúde do município, até o dia 21 de outubro, 573 crianças menores de 01 ano foram vacinadas; 383 de 01 a 04 anos, e 767 pessoas de 5 a 14 anos atualizaram as vacinas. A pasta reforça a importância da mobilização, principalmente para diminuir a incidência e contribuir para o controle e a erradicação de doenças imunopreveníveis neste público.


De acordo com o calendário de vacinação, para crianças de até sete anos, são aplicadas as seguintes vacinas: BCG (para evitar formas graves de tuberculose), hepatite B, penta (contra difteria, tétano, pertussis, hepatite B, faringite, bronquite ou pneumonia), VIP e VOPb (poliomelite), rotavírus humano (diarreia), pneumocócica 10 valente (contra meningites, pneumonias e otites causadas por 10 sorotipos da bactéria pneumococos), meningocócica C conjugada (meningite e meningocócica), febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), DTP (difteria, tétano e pertussis) e hepatite A.


Já para crianças e adolescentes com idade de sete anos a menores de 15, são aplicadas as doses: hepatite B, meningocócica C, tríplice viral, dT (contra difteria e tétano), dTPA (difteria, tétano e coqueluche) e HPV.


O Ministério da Saúde considera como ideal a cobertura vacinal de 95% da população e como esse número diminuiu, corre-se o risco de doenças que estavam praticamente erradicadas voltarem, principalmente em adolescentes, em que a vacinação ocorre com menor frequência. Além disso, a campanha visa também otimizar a logística dos serviços de saúde, já que as vacinas contribuem na redução das doenças.