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Vereadora Ana Paula Beathalter abordou requerimentos em que questionou evento esportivo e convênios


JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA


Ela ressaltou que, “como vereadores, temos a obrigação de fiscalizar os atos administrativos do Executivo”


A vereadora Ana Paula Beathalter falou em Tema Livre, durante a sessão de 23 de novembro, sobre requerimentos que apresentou à Câmara. Inicialmente, ela comentou questionamentos que fez sobre a etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross realizada em Atibaia.


"Como é do conhecimento geral, tenho firmado nesta Casa a importância dos eventos esportivos. No entanto, é papel do vereador averiguar como são realizados, principalmente quanto à sua função social. Ao observar a pista construída na Estação, percebeu-se que houve movimentação de terras numa área de várzea.


Qualquer intervenção como essa precisa de estudo de impacto ambiental. Já do ponto de vista logístico, durante o campeonato, houve relatos sobre o grande número de veículos no acesso pela rodovia Fernão Dias, causando engarrafamentos nos horários de pico”, apontou a vereadora.

“Esses relatos precisam ser levados em consideração pelas autoridades, com o objetivo de controlar os acidentes. Por outro lado, a área, em que o evento ocorreu, é particular. Mesmo assim, verificou-se a presença de servidores das secretarias de Serviços, Obras e Mobilidade Urbana/Trânsito, trabalhando ali. Havia também a cobrança no estacionamento. É importante saber como o município avalia sua participação nesse evento privado, que originou multa da Polícia Ambiental e não teve, aparentemente, o devido planejamento”, acrescentou Ana Paula Beathalter.


Outro requerimento da vereadora abordou convênios firmados entre a Prefeitura e organizações da sociedade civil. “São atividades construtivas, que ajudam na formação de jovens, crianças e adolescentes. Matéria veiculada no site da Prefeitura citou parcerias com o terceiro setor, com repasses pela Secretaria de Esportes.


O chamamento público representaria mais de R$ 2,2 milhões; outros R$ 2,3 milhões seriam investidos pela lei de incentivo ao esporte; e R$ 240 mil para concurso de projetos. Esses recursos garantiriam a continuidade de projetos já existentes e abertura de novos projetos na cidade”.


Segundo Ana Paula Beathalter, “precisamos saber os detalhes sobre como os recursos são utilizados nessas parcerias. A pandemia prejudicou a prática esportiva em todo o mundo e, graças à vacinação, as atividades esportivas assim como o comércio estão voltando, gradativamente, a uma certa ‘normalidade’. Por último, ressalto que, como vereadores, temos a obrigação de fiscalizar os atos administrativos do Executivo”.