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Com o tempo seco, aumenta o risco de queimadas urbanas e florestais em Atibaia.

JORNAL ESTÂNCIA DE ATIBAIA Umidade do ar é registrada abaixo de 20%, aumentando o risco de queimadas; O Jornal Estância de Atibaia vem orientar população a denunciar focos de incêndio no município Com o tempo seco, o risco de queimadas urbanas e florestais no município aumenta, e as denúncias da população são essenciais para evitar as queimadas em toda a cidade. Entre os meses de julho e setembro, Atibaia enfrenta um aumento significativo no número de focos de incêndios urbanos e rural. A combinação de fatores como baixa umidade relativa do ar, escassez de chuvas e vegetação seca torna a situação ainda mais preocupante. Além disso, práticas como o descarte negligente de pontas de cigarro ainda acesas, queima de resíduos domiciliares, fogueiras próximas a áreas de mata e queimadas para limpar terrenos que infelizmente, são práticas ainda comuns , contribuem para o surgimento desses incêndios. Evite acidentes – Não jogue cigarros ou fósforos – Não atire esses itens às margens das rodovias ou em terrenos. A chama da bituca pode se alastrar e atingir florestas e áreas extensas. Além disso, você contribui para a limpeza da área. – Não solte balões – Fabricar, vender ou soltar esse tipo de objeto é crime ambiental. Balões podem provocar acidentes graves, além de incêndios florestas em áreas urbanas. – Evite soltar fogos de artifício – Não solte rojões ou bombinhas em áreas próximas de mata ou terrenos, pois fagulhas podem dar início a chamas. – Não faça queimadas – Evite acender fogueiras ou fazer qualquer tipo de queimadas, principalmente em dias quentes, secos ou com ventos fortes. Nunca faça queimadas próximo à rede elétrica. SIMBIoSE O combate a incêndios florestais na Serra do Itapetinga foi o que deu origem à SIMBiOSE, fazendo a Brigada Florestal Itapetinga ser reconhecida não só na região mas em todo estado de São Paulo. Nos últimos 5 anos, mais de 230 focos foram combatidos pela Brigada nos municípios de Atibaia e Bom Jesus dos Perdões. Além da ação direta nos incêndios, a Brigada realiza estudos e capacitações, promove a interação entre poder público e sociedade civil e fomenta a criação de novas estruturas de prevenção e combate a incêndios florestais em outros locais. Incêndios florestais O fogo não controlado em floresta ou qualquer forma de vegetação, em áreas naturais ou rurais, recebe o nome de incêndio florestal. Estes eventos prejudicam a vegetação, causam a morte de animais silvestres, aumentam a poluição do ar, diminuem a fertilidade do solo, além de oferecerem risco de queimaduras, acidentes com vítimas e causarem problemas de saúde na população. Em face de seus impactos negativos, incêndio florestal é categorizado como desastre, nos termos da Instrução Normativa nº 36/2020 do Ministério do Desenvolvimento Regional. A Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE) considera incêndio florestal como desastre natural, do grupo climatológico e do subgrupo de seca. Estudos apontam que a maior parte dos incêndios florestais são decorrentes de ação antrópica (causados pelo homem de maneira acidental ou intencional). O descuido humano ou a negligência são fatores que aumentam a probabilidade de ocorrências de eventos de fogo sem controle. No estado de São Paulo a ocorrência de incêndios florestais é mais constante entre junho e outubro, sendo agosto e setembro os meses com maior número de eventos. Sobre a Operação Corta-Fogo O estado de São Paulo conta com o Sistema Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, instituído em 2010, que visa: diminuir os focos de incêndio no estado; reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) oriundas das queimadas; proteger áreas com cobertura vegetal contra incêndios; erradicar a prática irregular do uso do fogo, respeitando o disposto no Decreto Estadual nº 56.571/2010; e fomentar o desenvolvimento de alternativas ao uso do fogo para o manejo agrícola, pastoril e florestal. A Operação Corta-Fogo, como é chamado este Sistema, é formada por diversos órgãos estaduais como a Coordenadoria Estadual de Proteção Defesa Civil (CEPDEC), o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar Ambiental, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Fundação Florestal (FF). A coordenação do sistema é realizada pela Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, por intermédio da Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade. A articulação entre essas instituições ocorre por meio do Comitê Executivo, que tem como objetivo delinear ações integradas e complementares. Queimada não limpa, é crime ambiental passível de multa e causa danos ao meio ambiente e a saúde de todos. Faça sua parte e denuncie entrando em contato: Polícia Ambiental: 0800.55.190 Bombeiros 193 Defesa Civil: 199 Simbiose: 9-4054-3280 Fundação Florestal: 4402-3533

Com o tempo seco, aumenta o risco de queimadas urbanas e florestais em Atibaia.

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